Qual Melhor Contrabaixo de 5 Cordas Para Iniciantes: Ativo ou Passivo?
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Escolher o primeiro contrabaixo de 5 cordas é um passo decisivo para qualquer músico que deseja expandir suas frequências graves. A quinta corda (Si grave ou Low B) oferece versatilidade para tocar desde pop e gospel até metal moderno, mas exige um instrumento com construção sólida para não soar embolado.
O mercado está cheio de opções baratas que desafinam ou possuem braços desconfortáveis.
Neste guia, filtramos as opções irrelevantes e focamos nos modelos que realmente entregam valor. Você encontrará análises diretas sobre a tocabilidade, a qualidade da captação e o acabamento de marcas como Tagima, Waldman e Giannini.
O objetivo é garantir que seu investimento resulte em um som definido e uma experiência de aprendizado confortável.
Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo
Ativo vs Passivo: Qual o Ideal para Começar?
A primeira grande dúvida técnica ao comprar um baixo de 5 cordas é a escolha do circuito. Baixos passivos não usam bateria. Eles oferecem um som mais orgânico, "vintage" e dinâmico.
Se você busca timbres clássicos de rock dos anos 70 ou Motown, o passivo é a escolha segura. A simplicidade é uma vantagem aqui: você conecta o cabo e toca, sem se preocupar se a bateria de 9V vai acabar no meio do ensaio.
Já os baixos ativos possuem um pré-amplificador interno alimentado por bateria. Isso permite cortar ou aumentar frequências (graves, médios e agudos) diretamente no instrumento. Para iniciantes, um baixo ativo pode ser mais indulgente, entregando um sinal mais forte e comprimido que facilita a consistência do som.
Se o seu objetivo é tocar estilos modernos, funk, gospel ou metal, a equalização ativa oferece a versatilidade necessária para esculpir seu timbre antes mesmo de chegar ao amplificador.
Top 10 Baixos de 5 Cordas para Iniciantes
1. Contrabaixo Jazz Bass Seven SJB-57 Natural
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O Seven SJB-57 é uma excelente porta de entrada para quem busca a estética clássica do Jazz Bass sem gastar muito. Este modelo se destaca pelo acabamento Natural, que deixa os veios da madeira visíveis, conferindo um visual mais sofisticado do que a maioria dos baixos de entrada pintados de preto sólido.
A configuração de captadores single-coil entrega aquele som estalado e médio-agudo característico, ideal para quem quer clareza nas notas, mesmo na quinta corda.
Este baixo é ideal para estudantes que valorizam a ergonomia tradicional. O corpo possui contornos que se adaptam bem ao músico sentado ou em pé. No entanto, por ser um modelo de entrada, o hardware (tarraxas e ponte) é básico.
A tocabilidade é honesta, mas pode exigir uma regulagem inicial em um luthier para baixar a ação das cordas e otimizar a entonação da corda Si grave.
- Visual natural atraente estilo vintage
- Timbre clássico de Jazz Bass com bons médios
- Preço muito acessível para 5 cordas
- Hardware básico pode perder afinação com toques agressivos
- Captadores podem apresentar ruído (hum) se não blindados
2. Tagima XB 21 5 Cordas Preto Fosco
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O Tagima XB 21 foge do design tradicional e aposta em um visual moderno com seu acabamento preto fosco. Este baixo é projetado para quem busca conforto e um braço mais rápido. O corpo é geralmente mais leve e compacto que os modelos Jazz ou Precision tradicionais, o que o torna perfeito para iniciantes de menor estatura ou para quem toca em pé por longos períodos.
A captação estilo "Soapbar" ou PJ (dependendo do lote específico da linha XB) oferece um som mais encorpado e moderno.
A construção da Tagima nesta faixa de preço é confiável. O braço tem um perfil fino, facilitando a adaptação para quem está saindo de um baixo de 4 cordas e teme a largura extra da escala.
O som é versátil, mas tende a ser mais agressivo, funcionando muito bem para rock e pop moderno. A eletrônica é simples, mas eficaz para entregar um sinal limpo ao amplificador.
- Design moderno e ergonômico
- Acabamento fosco que evita marcas de dedo
- Braço confortável para mãos menores
- Timbre pode faltar o "peso" de modelos com corpo maior
- Estética pode não agradar puristas do estilo vintage
3. Contrabaixo Ativo Waldman WB305A
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O Waldman WB305A entra na lista como uma opção agressiva de custo-benefício para quem exige um circuito ativo. Ter um pré-amplificador a bordo nesta faixa de preço é um grande diferencial.
Isso permite que o iniciante experimente adicionar graves e agudos diretamente no baixo, ajudando a compensar amplificadores de estudo que muitas vezes são limitados. O som é forte e com alta saída.
Recomendo este modelo para quem toca em igrejas ou bandas de garagem que precisam de volume e presença. A captação ativa ajuda a "empurrar" o som na mixagem. Contudo, a qualidade dos componentes eletrônicos é de entrada.
É comum que, com o tempo, os potenciômetros precisem de limpeza ou troca, e o consumo de bateria deve ser monitorado. É uma ferramenta de trabalho funcional pelo preço cobrado.
- Circuito ativo com equalização versátil
- Alta saída de sinal
- Excelente relação custo-benefício
- Acabamento dos trastes pode precisar de polimento
- Consumo de bateria e qualidade elétrica básica
4. Giannini Ativo 5 Cordas GB205A Preto
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A Giannini é uma marca histórica no Brasil e o GB205A mantém a tradição de entregar instrumentos honestos. Este modelo segue o padrão Jazz Bass de 5 cordas, mas com a vantagem do circuito ativo.
A madeira do corpo geralmente é Basswood ou Poplar maciço, o que garante uma ressonância decente. A grande vantagem aqui é o controle de tonalidade expandido graças aos controles ativos, permitindo transitar entre um som gordo para reggae e um som estalado para slap.
Este baixo é indicado para o estudante que quer um instrumento "para tudo". O braço da Giannini costuma ter um perfil em "C" muito confortável. Um ponto de atenção é o peso; modelos estilo Jazz Bass de 5 cordas tendem a ser um pouco mais pesados e podem apresentar "neck dive" (o braço pende para baixo), exigindo uma correia larga para compensar.
- Marca tradicional com bom controle de qualidade
- Versatilidade do circuito ativo em formato Jazz Bass
- Boa definição de notas na corda Si
- Peso do instrumento pode cansar em apresentações longas
- Knobs e ferragens cromadas podem oxidar se não cuidados
5. Tagima Millenium 5 Cordas Natural
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O Tagima Millenium é, sem dúvida, um dos baixos mais vendidos do Brasil e um verdadeiro clássico moderno. Sua configuração com captadores Soapbar e circuito ativo entrega um som muito encorpado, com graves profundos e agudos cristalinos, sem os ruídos comuns de single-coils baratos.
O acabamento natural deste modelo específico é muito bonito e dá um ar de instrumento de categoria superior.
É a escolha perfeita para músicos de igreja e pop. A ergonomia do corpo é excelente, com recortes profundos que facilitam o acesso às últimas casas do braço (agudos). Se você quer um baixo que não precisará trocar tão cedo e que encara palcos e gravações amadoras com dignidade, o Millenium Top é a aposta mais segura desta lista.
- Captação Soapbar silenciosa e potente
- Acesso facilitado às casas agudas
- Valor de revenda alto devido à popularidade
- Espaçamento das cordas pode ser estreito para slap agressivo
- Pré-amplificador pode saturar se a bateria estiver fraca
6. Contrabaixo Waldman Ativo GJJF355A
Contrabaixo 5 Cordas Ativo Waldman GJJF355A...
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O Waldman GJJF355A tenta capturar a essência de baixos de boutique com um visual diferenciado, muitas vezes apresentando escalas claras ou detalhes estéticos que chamam a atenção.
Sendo ativo, ele compete diretamente com o Giannini GB205A, mas a Waldman costuma focar em um perfil de braço ligeiramente mais plano, o que pode agradar quem gosta de tocar rápido.
Este instrumento é voltado para o iniciante que se importa com a estética no palco. Sonoramente, ele entrega o esperado para sua faixa de preço: bons graves, mas com médios um pouco recuados.
É fundamental verificar a blindagem da parte elétrica, pois baixos ativos de entrada podem captar interferência de luzes de palco se não estiverem bem isolados.
- Visual diferenciado na categoria de entrada
- Braço rápido e confortável
- Preço competitivo para um baixo ativo
- Controle de qualidade pode variar entre unidades
- Timbre pode soar artificial em configurações extremas de EQ
7. Tagima Classic TJB 5 Olympic White
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O TJB 5 da série Classic da Tagima é uma homenagem fiel aos Jazz Bass dos anos 60. Na cor Olympic White, ele exala estilo. Diferente da linha Millenium, este baixo foca na vibe vintage passiva (embora existam versões com pré, a alma dele é clássica).
A construção utiliza madeiras selecionadas para garantir que o timbre tenha aquele "ronco" característico nos médios-graves que define o som do Jaco Pastorius ou Marcus Miller.
Este é o baixo para o purista em formação. Se você quer aprender a controlar a dinâmica com os dedos e não depender de botões de equalização, o TJB 5 é a escola ideal. Ele responde a cada nuance da sua mão direita.
A construção é robusta e ele serve como uma excelente plataforma de upgrades futuros, aceitando captadores de marcas famosas facilmente se você decidir evoluir o instrumento.
- Construção sólida e acabamento impecável
- Timbre passivo rico e dinâmico
- Estética clássica icônica
- Mais pesado que os modelos modernos
- Exige boa técnica de mão direita para extrair o melhor som
8. Contrabaixo Waldman Ativo GJJ405A TS
Contrabaixo 5 Cordas Ativo Waldman GJJ405A TS...
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O modelo GJJ405A TS (Tobacco Sunburst) da Waldman é outra variação do tema Jazz Bass Ativo. A cor Sunburst é um clássico atemporal. A diferença principal deste modelo para outros da mesma marca costuma ser a seleção de madeiras do corpo e o perfil do braço.
Ele é projetado para oferecer uma experiência de toque suave, com um espaçamento de cordas que não intimida quem tem mãos menores.
É uma opção válida para quem quer o visual Sunburst clássico mas precisa da versatilidade do pré-amplificador ativo. Funciona bem para bandas de baile e repertórios variados. No entanto, assim como outros modelos de entrada, as cordas que vêm de fábrica são geralmente de baixa qualidade.
Trocar por um encordoamento novo de marca (como D'Addario ou Ernie Ball) transformará completamente o som deste baixo.
- Acabamento Sunburst clássico
- Versatilidade sonora para diversos estilos
- Baixo custo de aquisição
- Tarraxas podem ter folga
- Necessita troca imediata de cordas para bom desempenho
9. Tagima TW-73 Woodstock Series 5 Cordas
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A série Woodstock da Tagima, representada aqui pelo TW-73, é famosa por oferecer o melhor custo-benefício em estilo vintage do mercado brasileiro. Este baixo é passivo e tenta replicar a sensação dos instrumentos dos anos 70.
O corpo geralmente é feito de Poplar, uma madeira leve e equilibrada. O grande destaque é o braço envernizado com tom amarelado vintage, que é visualmente lindo e confortável ao toque.
Indico o TW-73 para quem prioriza o timbre "de madeira" real. Ele não tem a saída explosiva dos baixos ativos, mas tem um som doce e definido que se encaixa perfeitamente em mixagens de estúdio.
É um instrumento que ensina o baixista a tocar limpo. A ponte e as tarraxas são vintage style, simples e funcionais. É, possivelmente, o baixo mais bonito da lista para quem gosta do estilo retrô.
- Estética vintage imbatível nesta faixa de preço
- Braço com verniz vintage muito confortável
- Timbre passivo equilibrado e doce
- Pode apresentar ruído de aterramento (comum em J-Bass)
- Saída de sinal mais baixa que os modelos ativos
10. Baixo 5 Cordas PHX MSR-5 Dark Blue
Baixo 5 Cordas MSR-5 DBL Dark Blue- PHX...
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O PHX MSR-5 traz uma proposta diferente: é inspirado nos famosos Music Man Stingray. A principal característica aqui é o captador Humbucker único na posição da ponte. Isso resulta em um som extremamente percussivo, com médios cortantes e um "punch" que os Jazz Bass não conseguem replicar exatamente.
A cor Dark Blue dá um toque moderno e elegante.
Este baixo é a escolha certa para quem gosta de funk, slap ou rock agressivo. O som é direto e sem rodeios. Por ter apenas um captador, os controles são simplificados, mas muito efetivos.
O braço costuma ser um pouco mais robusto, o que ajuda na sustentação das notas (sustain). Se você quer ser ouvido e se destacar na banda, o MSR-5 é uma ferramenta poderosa.
- Timbre agressivo e percussivo (estilo Music Man)
- Visual único com captador Humbucker exposto
- Ótimo sustain
- Menos versátil que modelos com dois captadores
- Timbre muito específico, pode não agradar em estilos suaves
Nossas recomendações de como escolher o produto foram úteis para você?
Tagima, Waldman ou PHX: Qual Marca Escolher?
A Tagima é a líder de mercado no Brasil por um motivo: consistência. Peças de reposição são fáceis de achar e a revenda é garantida. Se você quer segurança e um instrumento que qualquer luthier conhece, vá de Tagima.
As séries Woodstock (TW) e Millenium são referências em suas categorias.
A Waldman foca agressivamente no preço. Se o orçamento é o fator limitante número um, eles oferecem a chance de ter um baixo novo, funcional e muitas vezes ativo, por um valor que outras marcas cobram em usados.
A PHX corre por fora com modelos inspirados em designs clássicos (como o Music Man) que as outras ignoram, sendo ótima para quem busca um som específico (Humbucker) sem pagar preços de importados.
Madeiras e Timbres: Como Afetam o Som?
Em baixos de entrada, as madeiras mais comuns são Poplar e Basswood. O Poplar é muito usado pela Tagima; é uma madeira leve, com sonoridade equilibrada, sem picos exagerados de graves ou agudos.
Funciona bem para quase tudo. O Basswood, comum na Waldman e Giannini, tende a realçar os médios e tem um som um pouco mais "macio" e quente, sendo ótimo para quem usa palheta ou quer um som rock clássico.
A escala (a madeira onde você pressiona os dedos) também importa. Escalas escuras (Tech Wood ou Rosewood) tendem a soar um pouco mais aveludadas, enquanto escalas claras (Maple) oferecem mais ataque e brilho no estalo da corda.
No entanto, em instrumentos iniciantes, a eletrônica e a construção influenciam mais o som final do que a madeira do corpo.
Ergonomia: O Peso e Conforto do Braço Importam?
Um baixo de 5 cordas tem, naturalmente, um braço mais largo que um de 4. Isso exige mais da musculatura da mão esquerda. Modelos como o Tagima Millenium ou o XB 21 costumam ter braços mais finos e "rápidos", facilitando a transição.
Já réplicas vintage como o TW-73 podem ter braços mais "gordinhos" (perfil C ou D), que dão firmeza na pegada mas podem cansar mãos pequenas.
O peso é outro fator crítico. A quinta corda exige mais madeira e ferragens maiores. Se você pretende tocar em pé por horas em cultos ou shows, evite baixos com corpos muito densos ou desbalanceados.
Um baixo que "cai de cabeça" (neck dive) obriga você a segurar o braço para cima enquanto toca, o que gera tensão e fadiga. Testar o instrumento com uma correia, se possível, é sempre recomendado.
Perguntas Frequentes
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Fundador e Diretor de Conteúdo
Leandro Almeida Leblanc
Fundador do QualMelhorComprar. Jornalista (UFRJ) com MBA em E-commerce (ESPM) e 15 anos de experiência em análise de consumo. Leandro trocou o trabalho em grandes varejistas pela missão de ajudar o brasileiro a fazer a melhor compra, unindo preço, qualidade e o momento certo.

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