Qual Melhor Comprar

Qual Melhor Baixo Para Iniciantes de 4 Cordas?

Leandro Almeida Leblanc
Leandro Almeida Leblanc
13 min. de leitura

Escolher o primeiro baixo pode ser um desafio. São muitas marcas, modelos e termos técnicos que confundem quem está começando. Este guia foi criado para eliminar a confusão e ajudar você a encontrar o melhor baixo de 4 cordas para dar os primeiros passos.

Analisamos os instrumentos mais recomendados do mercado, explicando para quem cada um é ideal e quais são seus pontos fortes e fracos. Aqui, você encontrará a informação necessária para fazer uma compra segura e começar a tocar com o pé direito.

O Que Define um Bom Baixo Para Começar?

Um bom baixo para iniciantes precisa equilibrar quatro pilares: conforto, qualidade, sonoridade e preço. Primeiramente, o instrumento deve ser confortável. Isso significa ter um braço que se encaixe bem na sua mão e um peso que não canse os ombros durante os estudos.

A qualidade de construção também é fundamental. Ferragens que mantêm a afinação e um acabamento sem falhas graves garantem que você passará mais tempo tocando e menos tempo resolvendo problemas.

A sonoridade precisa ser, no mínimo, versátil. Um baixo que consegue se adaptar a diferentes estilos musicais permite que você explore suas preferências. Por fim, o custo-benefício para iniciantes é o que une tudo: um instrumento que entrega uma boa experiência sem exigir um investimento altíssimo.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

Análise dos 10 Melhores Baixos de 4 Cordas

1. Yamaha TRBX174 Preto 4 Cordas

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 19/02/2026

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O Yamaha TRBX174 é frequentemente citado como a escolha padrão para iniciantes, e por um bom motivo. A Yamaha é conhecida por seu controle de qualidade rigoroso, mesmo em instrumentos de entrada.

O corpo em mogno oferece um som cheio e com bom sustain, enquanto o braço fino em maple é extremamente confortável para quem está começando e ainda não tem a musculatura da mão desenvolvida.

A sua maior vantagem é a versatilidade. Com uma configuração de captadores PJ (um Precision Bass no braço e um Jazz Bass na ponte), você consegue timbrar desde o som grave e pesado do rock até o timbre mais estalado e articulado do funk e do jazz.

Este baixo é a escolha perfeita para o iniciante que busca um instrumento confiável e versátil, que não precisará de um upgrade tão cedo. Se você está indeciso sobre qual estilo musical seguir ou quer um baixo que sirva para tocar de tudo um pouco, o TRBX174 é uma aposta segura.

Ele oferece uma experiência de toque e som que supera muitos concorrentes na mesma faixa de preço, sendo um ótimo investimento para começar seus estudos com um instrumento que responde bem ao seu desenvolvimento.

Prós
  • Configuração de captadores PJ oferece grande versatilidade sonora.
  • Qualidade de construção superior da Yamaha garante durabilidade.
  • Braço confortável, ideal para longas sessões de estudo.
  • Excelente custo-benefício para um instrumento de marca renomada.
Contras
  • O acabamento pode mostrar marcas de dedo com facilidade.
  • Os captadores de fábrica, embora versáteis, podem soar um pouco genéricos para músicos mais experientes.

2. Squier 4 Cordas Preto

Nossa escolha
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A Squier é a porta de entrada oficial para o universo Fender. Se você sonha em ter um Precision Bass ou um Jazz Bass, mas seu orçamento ainda é de iniciante, um Squier é o caminho.

Os modelos da linha Affinity ou Sonic são projetados especificamente para quem está começando, oferecendo a ergonomia e o timbre clássico que definiram décadas de música. A construção é sólida, e a sensação ao tocar é muito próxima à de um Fender mexicano, o que facilita uma futura transição.

Para o baixista iniciante que idolatra os sons clássicos do rock, funk e soul e faz questão de ter um instrumento com o nome Fender no headstock, o Squier é imbatível. Ele não é apenas um baixo para aprender, mas também uma excelente plataforma para futuros upgrades.

Muitos músicos trocam os captadores e as ferragens de seus Squiers ao longo do tempo, transformando um bom baixo de iniciante em um instrumento de trabalho personalizado. É a escolha para quem já tem uma direção musical clara e valoriza a herança da marca.

Prós
  • Design e som clássicos da Fender a um preço acessível.
  • Ótima plataforma para futuros upgrades e customizações.
  • Boa tocabilidade e ergonomia familiar.
  • Valor de revenda geralmente bom para a categoria.
Contras
  • O controle de qualidade pode variar um pouco entre unidades.
  • As ferragens e a eletrônica são funcionais, mas básicas.

3. Tagima TW-73 Jazz Bass 4 Cordas

Custo-benefício
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A Tagima se consolidou no mercado brasileiro oferecendo um custo-benefício excelente, e o TW-73 é um ótimo exemplo disso. Inspirado no icônico Fender Jazz Bass, este modelo se destaca pelo braço mais fino e confortável, uma característica que agrada muitos iniciantes.

Seus dois captadores single-coil oferecem o timbre brilhante e articulado esperado de um Jazz Bass, ideal para estilos que pedem linhas de baixo mais melódicas e presentes na mix, como funk, pop e jazz.

Este baixo é a opção ideal para o estudante que se sente atraído pelo som e pela estética do Jazz Bass, mas busca uma alternativa mais acessível que um Squier. Se você tem mãos menores ou prefere um braço mais rápido, o perfil do TW-73 será um grande diferencial.

A capacidade de misturar o volume dos dois captadores oferece uma paleta de sons interessante para explorar, tornando-o um instrumento que ensina o iniciante a timbrar e encontrar sua voz no instrumento.

Prós
  • Excelente custo-benefício da marca Tagima.
  • Braço fino e confortável, ótimo para iniciantes.
  • Timbre clássico de Jazz Bass, versátil para funk e pop.
  • Construção sólida para a faixa de preço.
Contras
  • Os captadores single-coil podem gerar algum ruído, característica do design.
  • O peso pode ser um pouco elevado para alguns músicos.

4. Tagima TW-66 Precision Bass Buterscott

Bom e barato
RecomendadoAtualizado Hoje: 19/02/2026

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Enquanto o TW-73 mira no Jazz Bass, o Tagima TW-66 presta homenagem ao Precision Bass, o primeiro baixo elétrico da história. Este modelo apresenta um corpo robusto e um único captador split-coil, projetado para entregar um som grave, encorpado e com muito peso.

É o timbre que serve de alicerce para o rock, punk e soul music. O braço é um pouco mais espesso que o do Jazz Bass, o que pode transmitir uma sensação de maior solidez para quem prefere uma pegada mais firme.

Se você é o tipo de baixista que quer criar uma base sonora forte e definida, sem muita complicação, o TW-66 é para você. É um instrumento direto ao ponto: plugue, ajuste o volume e o tom, e você terá um som clássico e poderoso.

Para o fã de rock que quer tocar com palheta e busca aquele som pulsante e profundo, este baixo da Tagima entrega a experiência do Precision Bass com um ótimo preço. A simplicidade é sua maior força.

Prós
  • Timbre clássico de Precision Bass, ideal para rock.
  • Som encorpado, grave e com bom punch.
  • Construção simples e robusta.
  • Ótimo valor pelo que entrega, típico da Tagima.
Contras
  • Menos versátil tonalmente que um baixo com dois captadores.
  • O braço mais grosso pode não ser confortável para todos os iniciantes.

5. Strinberg JBS-40 Jazz Bass Branco

A Strinberg é uma marca focada em oferecer instrumentos com um preço muito competitivo, e o JBS-40 cumpre essa promessa. Ele traz a configuração e o visual de um Jazz Bass para a faixa de entrada do mercado.

O corpo em basswood o torna um baixo relativamente leve, um ponto positivo para iniciantes e para quem vai passar horas praticando. A sonoridade busca a versatilidade do modelo que o inspira, com dois captadores single-coil e controles de volume independentes.

Este baixo é destinado ao iniciante com o orçamento mais limitado, que ainda assim quer a estética e a flexibilidade de um Jazz Bass. Se você está começando do zero e precisa de um instrumento funcional para aprender as primeiras músicas sem fazer um grande investimento, o Strinberg JBS-40 é uma escolha pragmática.

Ele permite que você comece a tocar imediatamente, entendendo que, no futuro, um upgrade para um modelo com componentes de maior qualidade será um passo natural.

Prós
  • Preço extremamente acessível.
  • Corpo leve, confortável para iniciantes.
  • Visual clássico de Jazz Bass.
  • Configuração de dois captadores oferece alguma variação de timbre.
Contras
  • A qualidade das ferragens e da eletrônica é básica.
  • Pode precisar de uma regulagem profissional ao sair da caixa para ter boa tocabilidade.

6. Memphis MB-40 Fiesta Red Satin

Produzido pela Tagima, a linha Memphis é a sua marca de combate, focada no público que busca o menor preço possível. O MB-40 é um baixo simples, com configuração de captador Precision Bass, feito para ser o primeiro instrumento de muita gente.

O acabamento acetinado (satin) é um diferencial estético interessante na categoria, e sua construção é honesta para o valor cobrado. Ele oferece o som básico e funcional que um iniciante precisa para aprender as notas e começar a tocar com amigos.

O Memphis MB-40 é para a pessoa que tem dúvida se vai levar o estudo do baixo a sério e quer minimizar o risco financeiro. Se você busca o instrumento mais barato possível que ainda seja funcional e tenha a garantia de uma marca grande por trás (Tagima), esta é a opção.

É importante ter expectativas realistas: as tarraxas podem não segurar a afinação perfeitamente e o som não terá grande definição, mas ele cumpre a missão de colocar você no mundo do contrabaixo com o mínimo de investimento.

Prós
  • Um dos preços mais baixos do mercado.
  • Simples e direto ao ponto, ideal para o primeiro contato.
  • Leve e com design funcional.
  • Tem a Tagima como fabricante, o que dá alguma segurança.
Contras
  • Componentes de baixíssima qualidade.
  • Afinação pode ser instável.
  • Som sem definição e com pouca personalidade.

7. Giannini GB 100 Elétrico 4 Cordas

A Giannini é uma marca histórica no Brasil, e o GB 100 é seu modelo de entrada para contrabaixo. Seguindo a linha do Precision Bass, ele tem um design simples, com um captador split-coil e controles de volume e tonalidade.

É um instrumento sem surpresas, feito para entregar o som de rock fundamental. A construção é básica, mas a tradição da marca costuma garantir um instrumento que, após uma boa regulagem, se torna bastante tocável.

Este baixo é indicado para o iniciante que valoriza uma marca nacional tradicional e busca um instrumento simples para aprender os fundamentos do rock e da música pop. Se você não precisa de muitas opções de timbre e prefere um som mais focado e grave, o Giannini GB 100 atende a essa necessidade.

É uma escolha nostálgica para alguns e uma opção pragmática para outros, funcionando bem como um instrumento de estudo confiável.

Prós
  • Marca tradicional brasileira com longa história.
  • Design simples e funcional, fácil de usar.
  • Timbre P-Bass clássico para rock.
  • Preço competitivo.
Contras
  • Acabamento e componentes bastante simples.
  • Pode demandar um setup inicial para ficar confortável.
  • Pouca versatilidade sonora.

8. SX SJB American Alder 4 Cordas

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A marca SX ganhou fama por oferecer instrumentos com madeiras de boa qualidade a preços de iniciante. O modelo SJB American Alder é um grande exemplo. Enquanto a maioria dos baixos nessa faixa de preço usa madeiras como basswood ou poplar, este SX utiliza Alder, a mesma madeira de muitos Fender americanos.

Isso resulta em um corpo com ótima ressonância e um timbre equilibrado, que serve como uma base fantástica para o instrumento.

O SX SJB é a escolha perfeita para o iniciante que já pensa a longo prazo e gosta da ideia de fazer upgrades. Se você entende que a madeira do corpo é o coração do instrumento e planeja trocar captadores e ferragens no futuro, este baixo oferece a melhor fundação possível na sua categoria de preço.

A eletrônica e o hardware de fábrica são apenas funcionais, mas a qualidade da construção e da madeira fazem dele um projeto de customização com potencial incrível. É o baixo para o iniciante que gosta de fuçar no instrumento.

Prós
  • Corpo em American Alder, madeira de qualidade superior para a faixa de preço.
  • Excelente base para upgrades futuros.
  • Boa ressonância e timbre fundamental equilibrado.
  • Ótimo custo-benefício considerando a madeira.
Contras
  • Eletrônica e hardware são o ponto fraco e quase pedem por um upgrade.
  • O controle de qualidade no acabamento pode ser inconsistente.

9. Tagima TBM-4 Ativo Classic Series

O Tagima TBM-4 quebra o padrão dos baixos passivos desta lista. Inspirado no Music Man StingRay, este é um baixo ativo, o que significa que ele possui um pré-amplificador interno alimentado por uma bateria de 9V.

Isso se traduz em um som com mais saída, mais brilho e mais punch. O captador humbucker posicionado perto da ponte e o equalizador de 2 bandas (graves e agudos) permitem esculpir o timbre de forma muito mais drástica que em um baixo passivo.

Este é o baixo ideal para o iniciante que quer um som moderno, agressivo e percussivo. Se seus ídolos tocam rock moderno, metal ou pop com linhas de baixo que cortam a mix, o TBM-4 oferece essa sonoridade.

É perfeito para quem toca slap ou usa palheta e busca um timbre estalado e definido. A necessidade de trocar a bateria é um pequeno preço a pagar pela versatilidade tonal que o circuito ativo proporciona.

É a escolha para quem quer fugir do som vintage e abraçar a modernidade.

Prós
  • Circuito ativo oferece mais opções de timbre e som mais potente.
  • Timbre moderno e agressivo, ótimo para slap e rock.
  • Excelente custo-benefício para um baixo ativo.
  • Captador Humbucker elimina ruídos.
Contras
  • Requer uma bateria de 9V para funcionar, que precisa ser trocada periodicamente.
  • O som pode ser brilhante demais para quem busca um timbre vintage e aveludado.

10. Baixolão Strinberg SB240C Elétrico Mogno

O baixolão é uma categoria à parte. O Strinberg SB240C é um baixo acústico com corpo grande, feito para ser tocado desplugado, mas que também conta com um sistema de captação para ser ligado a um amplificador.

O corpo em mogno e o tamanho avantajado garantem um bom volume acústico, com um som grave e amadeirado. É um instrumento que oferece uma experiência de toque completamente diferente de um baixo elétrico sólido.

Este instrumento é para um nicho específico de iniciantes. Se você pretende tocar em rodas de violão, luais na praia, ou simplesmente quer estudar em casa sem a necessidade de um amplificador, o baixolão é a escolha certa.

É também uma ótima ferramenta para compositores e violonistas que querem um baixo para gravar demos. O SB240C é um modelo de entrada competente que permite explorar o lado acústico do contrabaixo sem gastar muito.

Prós
  • Permite tocar e estudar sem amplificador.
  • Timbre acústico, amadeirado e único.
  • Ideal para formatos acústicos como voz e violão.
  • Sistema de captação integrado permite uso plugado.
Contras
  • Corpo grande pode ser desconfortável para pessoas de baixa estatura.
  • Menos versátil para estilos que exigem o sustain e o ataque de um baixo elétrico.
  • Volume acústico pode não ser suficiente para acompanhar múltiplos violões sem amplificação.

Nossas recomendações de como escolher o produto foram úteis para você?

Baixo Passivo ou Ativo: Qual Escolher?

A diferença fundamental entre um baixo passivo e um ativo está na eletrônica. Um baixo passivo, como um Squier Precision Bass, tem um circuito simples. O som dos captadores vai direto para os controles de volume e tonalidade.

O resultado é um timbre mais orgânico e vintage, que responde muito à dinâmica do seu toque. Ele não precisa de bateria para funcionar.

Já o baixo ativo, como o Tagima TBM-4, possui um pré-amplificador embutido, alimentado por uma bateria de 9V. Esse circuito permite equalizar o som diretamente no instrumento, com controles de graves, médios e agudos.

O som é mais moderno, com mais saída e brilho. Para iniciantes, um baixo passivo é geralmente mais recomendado. Ele é mais simples, força você a aprender a controlar o timbre com os dedos e no amplificador, e não há o risco de a bateria acabar no meio de um show.

Ativos são ótimos, mas adicionam uma camada de complexidade que pode ser desnecessária no começo.

Jazz Bass vs Precision: Entenda os Captadores

A maior parte da personalidade de um baixo vem de seus captadores. Os dois tipos mais clássicos são o Precision e o Jazz.

  • Precision Bass (P-Bass): Possui um captador "split-coil" (dividido). Seu som é grave, encorpado e focado, com um "punch" característico nos médios-graves. É o som fundamental do rock, punk e soul. É menos propenso a ruídos. Exemplos na lista: Tagima TW-66, Giannini GB 100.
  • Jazz Bass (J-Bass): Utiliza dois captadores "single-coil". Seu som é mais brilhante, articulado e com médios mais pronunciados. Os dois controles de volume permitem misturar o som dos captadores, oferecendo mais versatilidade. É o som do funk, jazz e pop. Exemplos: Tagima TW-73, Squier Jazz Bass.
  • Configuração PJ: Combina o melhor dos dois mundos, com um captador P no braço e um J na ponte. Oferece uma enorme flexibilidade sonora, indo do som gordo do P ao som estalado do J, e várias combinações entre eles. Exemplo: Yamaha TRBX174.

Acessórios Essenciais Para Seu Primeiro Baixo

Comprar o baixo é apenas o primeiro passo. Para começar a tocar de verdade, você precisará de alguns acessórios essenciais. Invista nestes itens para garantir uma boa experiência de aprendizado:

  • Amplificador: Um pequeno amplificador de estudo (15 a 25 watts) é suficiente para praticar em casa e ouvir seu som com clareza.
  • Cabo P10: Para conectar o baixo ao amplificador. Tenha pelo menos um cabo de 3 a 5 metros de boa qualidade.
  • Afinador: Essencial para manter seu instrumento afinado. Pode ser um afinador de clipe, de pedal ou um aplicativo no celular.
  • Correia: Permite que você toque em pé e distribui o peso do instrumento. Escolha uma que seja larga e confortável.
  • Bag ou Case: Para proteger o baixo de poeira e pancadas durante o transporte.

Perguntas Frequentes

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