Qual Melhor Baixo de 6 Cordas Ativo: Timbre e Custo
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Escolher um instrumento de escala estendida não é apenas uma questão de adicionar duas cordas extras. Você precisa de um baixo que suporte a tensão adicional sem empenar e que possua uma eletrônica capaz de definir com clareza tanto o grave profundo da corda Si quanto o brilho da corda Dó.
A decisão certa envolve entender como o pré-amplificador ativo interage com as madeiras e a ergonomia do braço.
Circuito Ativo e Equalização: O Que Avaliar?
A principal vantagem de um baixo ativo reside na capacidade de moldar o som diretamente no instrumento. Diferente dos passivos, que apenas cortam frequências, o pré-amplificador ativo permite adicionar ganho aos graves, médios e agudos.
Isso é crucial em um baixo de 6 cordas, onde a definição é vital para que as notas não embolem.
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Você deve priorizar modelos que ofereçam uma equalização de 3 bandas. Ter o controle de médios separado permite que você corte frequências para um som de slap moderno ou as aumente para se destacar na mixagem de uma banda densa.
A alimentação, geralmente por bateria de 9V, garante um sinal de saída mais forte e com menos ruído em cabos longos.
Análise: Os 5 Melhores Baixos Ativos 6 Cordas
Selecionamos cinco modelos que dominam o mercado atual. O foco desta seleção foi encontrar o equilíbrio entre construção robusta, qualidade do circuito elétrico e conforto, já que braços de 6 cordas exigem uma ergonomia superior.
1. Baixo Strinberg Sab66 Dark Wood Ativo
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O Strinberg Sab66 se destaca imediatamente pelo visual agressivo e moderno. Este modelo é ideal para baixistas que tocam gêneros como metal, fusion ou gospel moderno, onde a estética Dark Wood complementa a sonoridade encorpada.
A construção utiliza madeiras densas, o que favorece um sustain prolongado, essencial para notas longas em baladas ou bases pesadas.
Sua captação Humbucker oferece um som livre de ruídos parasitas, algo fundamental quando se usa o pré-amplificador ativo em volumes altos. O espaçamento das cordas é ligeiramente mais estreito que o padrão vintage, facilitando a execução de acordes complexos e arpejos rápidos.
Se você busca um instrumento que entrega um visual boutique por um preço acessível, o Sab66 é uma escolha lógica.
- Visual Dark Wood diferenciado e moderno
- Captação Humbucker silenciosa
- Ótimo sustain devido à densidade da madeira
- Pode ser ligeiramente pesado para tocar em pé por horas
- O pré-amplificador pode saturar se o ganho do amplificador estiver muito alto
2. Baixo Tagima Millenium 6 Top Natural Ativo
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A linha Millenium da Tagima é uma referência de mercado no Brasil, e este modelo Top Natural justifica essa fama. Ele é projetado para o músico de trabalho, aquele que toca em bares, igrejas e eventos variados.
A versatilidade é seu ponto forte, graças a um circuito ativo que responde bem a diferentes estilos, do pop ao sertanejo.
O corpo em Okoume proporciona um equilíbrio tonal interessante, com médios bem presentes. O braço possui um perfil confortável, embora exija uma adaptação para quem vem de baixos de 4 cordas.
A captação estilo soapbar entrega clareza, permitindo que a corda Si grave soe definida e não como um borrão de frequências baixas. É a ferramenta de trabalho confiável para o dia a dia.
- Excelente custo-benefício
- Madeira Okoume oferece leveza e ressonância
- Versatilidade sonora para diversos estilos musicais
- As tarraxas podem perder a afinação sob uso intenso
- Acabamento dos trastes pode precisar de ajuste fino em luthier
3. Baixo Tagima Millenium 6 Top NTS DF
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Esta variação do Millenium foca em um acabamento acetinado (Natural Satin), que agrada músicos que preferem sentir a textura da madeira e evitam marcas de dedos no instrumento. O perfil sonoro é muito similar ao modelo anterior, mas a sensação tátil do braço sem verniz brilhante torna a tocabilidade mais fluida, especialmente em dias quentes onde o suor pode atrapalhar.
Para quem faz muitas gravações em home studio, este baixo oferece um sinal limpo. O equalizador ativo permite esculpir o timbre antes mesmo de chegar à interface de áudio. Se a estética minimalista e a sensação de madeira crua são importantes para sua experiência de tocar, o modelo NTS DF supera as versões com acabamento em verniz grosso.
- Acabamento acetinado melhora a velocidade no braço
- Estética natural e elegante
- Bons controles de equalização ativa
- A madeira exposta exige mais cuidado com umidade
- Espaçamento das cordas pode dificultar técnicas de slap agressivo
4. Baixo Tagima Millenium Imbuia 6 Cordas
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A utilização da Imbuia no corpo diferencia drasticamente este baixo dos seus irmãos da linha Millenium. A Imbuia é uma madeira que adiciona um 'ronco' característico nos médios-graves e possui um visual exótico inconfundível.
Este instrumento é direcionado para baixistas que buscam personalidade sonora e não querem soar genéricos.
Sonoramente, ele se comporta de maneira mais agressiva. O ataque das notas é rápido e preciso, ideal para linhas de baixo que precisam furar a mixagem. No entanto, a Imbuia pode tornar o instrumento ligeiramente mais pesado.
Se você prioriza timbre e beleza exótica acima da leveza absoluta, esta é a opção superior na categoria intermediária.
- Timbre único e encorpado da Imbuia
- Visual exótico e exclusivo
- Excelente resposta de frequências médias
- Instrumento tende a ser mais pesado
- Preço geralmente superior aos modelos de madeira comum
5. Baixo Ibanez SR 206B WNF 6 Cordas
Baixo Ibanez 6 Cordas SR 206B WNF...
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A Ibanez é mundialmente famosa pela ergonomia da linha Soundgear (SR), e o SR 206B não foge à regra. Este baixo é a escolha perfeita para virtuosos e músicos técnicos. O braço é incrivelmente fino e rápido, permitindo que você navegue pelas 6 cordas com um conforto que a Tagima e a Strinberg dificilmente igualam nessa faixa de preço.
A eletrônica inclui o Phat II EQ, um reforço de graves ativo que adiciona peso instantâneo ao som. Os captadores Dynamix H entregam um som moderno e comprimido, excelente para metal, prog e jazz fusion.
Se o seu foco é tocabilidade extrema e um braço que não cansa a mão esquerda, o investimento extra no Ibanez se paga rapidamente.
- Melhor ergonomia e braço mais fino da categoria
- Eletrônica Phat II EQ de alta qualidade
- Construção leve e equilibrada
- Preço mais elevado que os concorrentes nacionais
- Espaçamento entre cordas muito estreito pode não agradar a todos
Nossas recomendações de como escolher o produto foram úteis para você?
Tagima ou Ibanez: Qual Marca Oferece Mais?
A escolha entre Tagima e Ibanez depende diretamente do seu orçamento e objetivo. A Tagima domina o custo-benefício no Brasil. Se você precisa de um instrumento robusto, com peças de reposição fáceis de encontrar e um som competente para o trabalho diário, a linha Millenium é imbatível.
Ela entrega 80% do desempenho por um preço significativamente menor.
Por outro lado, a Ibanez foca em refinamento e ergonomia. O acabamento dos trastes, a estabilidade do braço e a qualidade do pré-amplificador são superiores. Se você pretende estudar técnicas avançadas, tapping ou solos rápidos, o braço mais fino da Ibanez facilitará sua evolução técnica.
Escolha Ibanez para conforto premium e Tagima para eficiência econômica.
Vantagens da Escala Estendida e Espaçamento
Migrar para um baixo de 6 cordas abre um leque harmônico gigantesco. A corda Dó aguda (C) permite a execução de acordes, solos melódicos e voicinhas que invadem a região do violão ou guitarra, ideal para arranjos em trios ou quartetos.
Já a corda Si grave (B) oferece o peso necessário para estilos modernos sem precisar mudar a afinação do instrumento.
O ponto crítico é o espaçamento das cordas. A maioria dos baixos de 6 cordas possui um espaçamento menor (cerca de 16.5mm a 17mm na ponte) comparado aos 19mm tradicionais de baixos de 4 cordas.
Isso favorece a velocidade e o uso de palheta, mas exige uma adaptação na técnica de slap, pois há menos espaço para o dedo entrar e puxar a corda.
Manutenção: Tensor e Bateria em Baixos Ativos
A tensão exercida por 6 cordas sobre o braço é imensa. Por isso, verifique sempre se o modelo escolhido possui tensor de dupla ação. Isso permite ajustes precisos da curvatura do braço tanto para frente quanto para trás, garantindo uma ação de cordas baixa e confortável sem trastejamentos indesejados.
Quanto à parte elétrica, crie o hábito de desconectar o cabo do instrumento sempre que não estiver tocando. O jack de entrada funciona como um interruptor; se o cabo estiver plugado, a bateria está sendo consumida.
Uma bateria fraca não apenas desliga o som, mas começa a introduzir distorção e ruído no sinal, prejudicando sua performance.
Perguntas Frequentes (FAQ)
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Fundador e Diretor de Conteúdo
Leandro Almeida Leblanc
Fundador do QualMelhorComprar. Jornalista (UFRJ) com MBA em E-commerce (ESPM) e 15 anos de experiência em análise de consumo. Leandro trocou o trabalho em grandes varejistas pela missão de ajudar o brasileiro a fazer a melhor compra, unindo preço, qualidade e o momento certo.

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